Use of ischemia modified albumin for the diagnosis of myocardial infarction

Nariélle F. Bonorino; Adroaldo Lunardelli; Jarbas R. Oliveira
J. Bras. Patol. Med. Lab. 2015;51(6):383-388
DOI: 10.5935/1676-2444.20150060

ABSTRACT

INTRODUCTION: Literature reports addressing ischemia modified albumin (IMA) as a good marker for the early diagnosis of myocardial ischemia through albumin cobalt binding (ACB) test, that is before myocardial infarction (MI) occurs.
OBJECTIVE: To evaluate the IMA plasmatic levels in infarcted patients, in order to verify its potential as an early marker for early diagnosis of MI, investigate its correlation with existing cardiac biomarkers such as total creatine kinase (CK) and creatine kinase-MB fraction (CK-MB), as well as to assess the correlation between IMA and oxidative stress.
METHODS: The sample was divided into two groups according to serum troponin I (TnI) results; one group of infarcted patients (with MI) (TnI levels higher than 0.05 ng/ml), and the other group of non-infarcted patients (without MI) (TnI levels lower than 0.05 ng/ml). The results of total CK, CK-MB, thiobarbituric acid reactive substances (TBARS), and IMA were analyzed in both groups.
RESULTS: Regarding the existing cardiac markers, there was a significant increase of total CK and CK-MB levels in With MI group. In relation to the oxidative stress parameter, a significant increase was observed in with MI group compared to without MI group. However, IMA showed no significant difference between the groups; and also there was no significant correlation between IMA and the cardiac markers. There was no correlation between IMA and TBARS.
CONCLUSION: Our results suggest that IMA cannot be used alone for the diagnosis of MI.

Keywords: serum albumin; myocardial ischemia; infarction.

RESUMO

INTRODUÇÃO: Relatos na literatura abordam a albumina modificada isquêmica (AMI) como um bom marcador precoce para o diagnóstico de isquemia miocárdica por meio do albumin cobalt binding (ACB) test, ou seja, antes do infarto do miocárdico (IM).
OBJETIVO: Avaliar os níveis plasmáticos de AMI em pacientes infartados a fim de verificar o seu potencial como marcador precoce para o diagnóstico antecipado do IM, investigar sua correlação com os biomarcadores cardíacos já existentes, como creatinaquinase (CK) total e creatinaquinase fração MB (CK-MB), além de avaliar a correlação de AMI com o estresse oxidativo.
MÉTODOS: Foram separados dois grupos de acordo com resultados séricos da troponina I (TnI), um com pacientes infartados (TnI superior a 0,05 ng/ml) e outro com pacientes não infartados (TnI inferior a 0,05 ng/ml). Foram analisados os resultados de CK total, CK-MB, substâncias reativas ao ácido tiobarbitúrico (TBARS) e AMI em ambos os grupos.
RESULTADOS: Em relação aos marcadores cardíacos existentes, houve aumento significativo de CK total e CK-MB no grupo dos infartados; já em relação ao parâmetro de estresse oxidativo, foi observado aumento significativo no grupo dos infartados quando comparado com o dos não infartados. Contudo, a AMI não apresentou diferença significativa entre os grupos; também não houve correlação relevante entre AMI e os marcadores cardíacos, bem como não foi observada correlação de AMI com TBARS.
CONCLUSÃO: Nossos resultados sugerem que AMI não pode ser utilizada isoladamente como diagnóstico de IM.

Palavras-chave: albumina sérica; isquemia miocárdica; infarto.