Autoverification of the automated blood cell counter (CBC) in a reference laboratory in Bogota, Colombia

Oscar Martinez-Nieto; Adriana Lozano-Gaitán; Paola Beltrán-Diaz; Ivan Leonardo Mojica-Figueroa; Olga Lucia Morales-Reyes; Mario A. Isaza-Ruget
J. Bras. Patol. Med. Lab. 2015;51(6):369-375
DOI: 10.5935/1676-2444.20150058

ABSTRACT

INTRODUCTION: The clinical laboratory is part of the group of actors in health systems that are under increasing pressure by users and administrators to increase their productivity in order to respond efficiently to the increased volume of patients, optimizing costs and professional time. This pressure forced laboratories to perform a full review of their procedures and develop technical, logistical and computational tools to enable excellent response times.
OBJECTIVE: This study aimed to evaluate the implementation of the automated blood cell counter autoverification process and its impact on the safety of patients.
METHODS: Verification rules were designed in the connectivity software, based on manual validation criteria for laboratory professionals, according to the guidelines of the Clinical and Laboratory Standards Institute (CLSI) Guideline Auto10-A and the International Consensus Group for Hematology Review (ISLH). The autoverification percentage was established, and non-conforming product (NCP) percentages were estimated before and after the procedure. Pilot tests were also performed in different days so as to adjust the process.
RESULTS: 53.4% of automated blood cell counters autoverification were achieved, and, subsequently in the audit of 18 months, 60% was reached due to verification adjustments in the delta programmed filter. The NCPs rose from 0.065% to 0.0036% from the beginning to the end of the process.
CONCLUSION: The autoverification process enabled to reduce the variability associated with human intervention, therefore the professional is able to focus on the pathological report analysis, reducing the risk of errors and advocating greater importance on patient safety.

Keywords: algorithms; interphase; automated data processing; blood cell count; patient safety; laboratory tests.

RESUMO

INTRODUÇÃO: O laboratório clínico é parte do grupo de atores nos sistemas de saúde, que são cada vez mais pressionados por usuários e administradores para aumentar sua produtividade a fim de responder de forma eficiente ao aumento do volume de pacientes, otimizando custos e tempo dos funcionários. Essa pressão forçou laboratórios para efetuar uma revisão completa de seus procedimentos, bem como desenvolver instrumentos técnicos, logísticos e computacionais para permitir excelentes tempos de resposta.
OBJETIVO: Neste estudo, a implementação do processo automatizado de autoverificação do hemograma e seu impacto sobre a segurança do paciente são avaliados.
MÉTODOS: Regras de verificação foram construídas no software de conectividade com base em critérios de validação manual dos profissionais de laboratório, de acordo com as orientações do Clinical and Laboratory Standards Institute (CLSI) de Guideline Auto10-A e do International Consensus Group for Hematology Review (ISLH). A percentagem de autoensaio foi estabelecida e as de produtos não conformes (PNC), estimadas antes e depois do procedimento. Testes piloto foram realizados em dias diferentes para ajustar o processo.
RESULTADOS: Cinquenta e três por cento da autoverificação dos hemogramas automatizados foram alcançados e, posteriormente, na auditoria dos 18 meses, foram obtidos 60% devido a ajustes na verificação do filtro delta programado. Os PNCs aumentaram de 0,065% a 0,0036% desde o início até ao final do processo.
CONCLUSÃO: O processo do autoverificação ajudou a reduzir a variabilidade associada à intervenção humana, portanto o profissional pode concentrar-se na análise de relatórios patológicos, reduzindo o risco de erros e dando maior importância para a segurança do paciente.

Palavras-chave: algoritmos; interfase; processamento automatizado de dados; contagem de células sanguíneas; segurança do paciente; testes laboratoriais.